Mesmo proibido, nepotismo persiste e CNJ apura 39 casos em tribunais

Cada procedimento de investigação envolve inúmeros servidores que foram admitidos sem concurso público

Fausto Macedo e Moacir Assunção

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) investiga 39 casos de nepotismo no Judiciário. Cada procedimento envolve contingente variado de contratados que não passaram pelo crivo do concurso público. A mais recente inspeção do CNJ apontou nepotismo em larga escala no Tribunal de Justiça da Paraíba – foram identificados 48 apadrinhados e outras 24 admissões estão sob suspeita.

Notícia completa aqui.

Uma coisa posso dizer em relação a isso com um caso que aconteceu comigo: a muito tempo atrás houve um concurso público para alguns cargos da SABESP, ao qual eu participei deste concurso, e aconteceu de alguns dias antes mesmo de a prova ser aplicada, os resultados desta prova já haviam sido colocadas no site oficial da SABESP, muitas pessoas viram e começaram a reclamar, então resolveram retirar os resultados da página, e foram obrigados a devolverem a todos, os valores de suas taxas de inscrições (o valor variava de acordo com o cargo pretendido), mas as mesmas pessoas que tiveram seus nomes publicados no site ja eram funcionarios, e até hoje continuam trabalhando lá. E depois de tudo isso, não foi realizado outro concurso público. E a notícia e os fatos ocorridos não foram muito divulgados na época, ja que ocorreram no interior do estado de São Paulo.

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