Archive for setembro, 2010


Achei uma análise detalhada sobre a PNDH3 pra que todos conheçam o que se trata tal lei, ao qual foi observado que o Lula, realmente assinou sem ler o que estava escrito. Este projeto regulamenta a prostituição como profissão, o aborto como legal, e muitas coisas que são atrocidades, com conceitos de Mao Tse Tung que foi implantado na China, do Nazismo implantado por Hitler na Alemanha. Não estou dizendo besteiras, mas todo e qualquer simbolo considerado religioso, não poderá ser mostrado em público. A família será apenas uma família se for composta por pessoas do mesmo sexo, ou seja, homem com mulher e, mulher com homem não será considerado uma familia não tendo inclusive direitos civis. E muitas outras atrocidades que não consigo dizer agora, veja o video por completo (todas as partes) e tenha suas próprias conclusões.

Análise detalhada sobre a PNDH 3 (PARTE 1)

Análise detalhada sobre a PNDH 3 (PARTE 2)

Análise detalhada sobre a PNDH3 (PARTE 3)

Análise detalhada sobre a PNDH3 (PARTE 4)

E isso o Lula apóia, a Dilma vai apoiar, e o PT foi instruido a ser totalmente a favor. O PT deixou de ser um partido que podemos acreditar, não fiquemos cegos porque é o PT do Lula, este PT, agora não existe mais, o PT de hoje é outro, não é o mesmo de anos atrás, tenha certeza do que voce vai fazer nestas eleições, não seja idiota e estupido, pense, reflita, seja inteligente e esperto, voce e todos nós poderemos decidir o nosso futuro, não podemos deixar isto que mostra o vídeo acontecer no nosso país.

De olho nos indecisos, os candidatos ao governo dos 26 estados e do Distrito Federal participam nesta teça-feira, a partir das 22h30m, de debates promovidos pela Rede Globo. Na quinta-feira, último dia pela lei para a realização de debates e comícios, será a vez dos presidenciáveis. Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) vão se encontrar nos estúdios da Rede Globo no Rio. O debate está marcado para as 22h30m e terá transmissão ao vivo para todo o Brasil.

Nestes últimos dias de campanha, além dos debates, pesquisas prometem mobilizar os eleitores. Entre esta terça e quinta-feira, Datafolha, Ibope e Sensus divulgam pesquisa sobre a corrida presidencial. O Datafolha apresenta também a intenção de votos para governador no Rio, em São Paulo, Minas, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Paraná. Já o Ibope divulga os dados da disputa pelo governo do Tocantins.

Na quinta-feira, os eleitores do Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul ficam sabendo como anda a corrida pelo governo nesses estados, graças a pesquisas que serão divulgadas pelo Ibope. Na sexta-feira, é a vez dos eleitores de Alagoas.

Na véspera da eleição, último dia para a divulgação de pesquisas eleitorais, o Ibope mostra como estão as intenções de voto para presidente e também para os governos de 17 estados: Rio, São Paulo, Minas, Bahia, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Pará, Amazonas, Goiás, Sergipe, Paraíba, Tocantins, Roraima, Acre, Amapá e Rondônia.

Sábado também é o último dia para quem ainda tem que pegar a segunda via do título eleitoral, que pode ser requerida até o dia 30, quinta-feira. No entanto, a partir desta terça-feira, quando faltam cinco dias para a eleição, e até 48 horas depois do encerramento da votação, segundo o código eleitoral, nenhum eleitor pode ser detido ou preso, exceto se for em flagrante ou a partir de sentença criminal condenatória por crime inafiançável.

Também só até sábado os candidatos podem, entre 8h e 22h, distribuir material de campanha, promover carreatas e fazer corpo a corpo com os eleitores.

A propaganda eleitoral no rádio e na TV termina nesta quinta.

No domingo, dia da eleição, estão proibidos propaganda e boca de urna, uso de alto-falantes e amplificadores, comícios, carreatas e divulgação de propaganda partidária. Mesários não podem usar roupas ou objetos que contenham propaganda política.

Fonte: oglobo.globo.com/

O conteúdo deste post é apenas de divulgação não visando qualquer meio de ganho comercial. Não sendo também de uso profissional, pois não sou um profissonal que me dedico ao jornalismo.

O conteúdo deste desta notícia pertence ao O Globo®, todos os direitos reservados.

por Pedro Doria

Na semana passada, uma chave-mestra para o protocolo HDCP vazou na internet. É o fim da proteção anti-pirataria de discos Blu-ray e mais um capítulo na disputa pelos direitos autorais no tempo da informação digital.

HDCP é uma tecnologia um bocado complicada. Desenvolvida pela Intel nos anos 1990, seu objetivo é muito maior do que impedir cópias de discos. É uma solução completa para impedir cópias de vídeo digital de alta resolução. Todo aparelho que usa cabos HDMI – o console de videogame, a caixa da TV a cabo HD, a Apple TV, os players Blu-ray, etc.– tem HDCP.

Funciona assim: cada aparelho sai da fábrica com sua própria chave, um longo código de números. Quando o player Blu-ray é conectado ao aparelho de TV através de um cabo DVI ou sua versão mais moderna, HDMI, as duas máquinas comparam suas chaves para produzir um terceiro código. O sinal de vídeo transmitido do player para a TV é, então, embaralhado, encriptado por este último código, tornado impossível de ser exibido por qualquer outro aparelho que não aqueles dois.

É assim que se impede a presença de um gravador entre a TV e o player. Como a operação é complexa, demora um tempo para decodificar o sinal de vídeo, coisa que contribui para o delay na TV digital de alta resolução. (Quem vê futebol em HD bem sabe quão irritante é ouvir o vizinho gritar gol quando, na sua tela, o artilheiro ainda mal cruzou o meio campo.)

O esquema de proteção vai além. Se por um acaso um determinado aparelho é comprometido – se o seu código secreto vaza – ele pode ser de certa forma cancelado. Todo novo disco Blu-ray vem abastecido de uma lista de chaves bloqueadas. Ele não tocará nos aparelhos daquela determinada série porque uma unidade foi desbloqueada em algum canto do mundo.

O consumidor honesto que compra seus filmes ou paga caro por TV a cabo HD não ganha nada com HDCP. Pelo contrário: perde com o delay do futebol, com a possibilidade de sua TV não funcionar mais, de uma hora para a outra, com os filmes mais novos. (E ele nem imagina o porquê.)

O que a chave-mestra tornada pública faz é muito simples: torna inoperante a lista de aparelhos revogados. Em termos práticos, ficou fácil construir um aparelho que faça cópias do vídeo ligado através de cabos HDMI.

Não será uma atividade simples para amadores, mas copiar o filme alugado tornou-se fácil para qualquer adolescente com espírito um quê mais aventureiro. E, assim, as redes de troca da internet serão infestadas de cópias HD de quaisquer lançamentos.

Não é a primeira vez que algo do tipo acontece. Em 1999, um jovem programador norueguês chamado Jon Lech Johansen de apenas 16 anos quebrou o sistema CSS, que protegia os DVDs. Lançou na rede o primeiro programa para copiar filmes. E sua vida tornou-se um inferno, com a polícia invadindo sua casa e anos de processos na Justiça. No fim, o governo acabou desistindo de levá-lo à cadeia.

Após a quebra do CSS, a indústria do cinema viu na chegada da alta definição uma saída para encontrar outra solução. Era o momento em que consumidores teriam de trocar todo seu equipamento em casa e, portanto, uma oportunidade para usar mais que software, um sistema fechado que protegia no nível do hardware. Foi como surgiu o HDCP que agora cai por terra.

A Intel, ao reconhecer que a chave-mestra de fato funciona, anunciou que processará todos os que tentarem usá-la. É uma ameaça que terão dificuldades de cumprir.

Não será a última vez que a indústria tenta criar um processo para impedir cópias da informação digital. Tampouco será a última em que, após um tempo, uma maneira de driblar o processo acaba surgindo. Desta vez, no entanto, o investimento em maquinário e tecnologia foi grande.

A indústria se protegeu por alguns anos, mas rodou justamente no momento em que vídeo em alta definição começa a se tornar popular.

Fonte: blogs.estadao.com.br/pedro-doria/

por Gustavo Uribe, da Agência Estado

GUARULHOS – Num tumultuado corpo a corpo na região central de Guarulhos (SP), a candidata do PV à presidência da República, Marina Silva, disse nesta segunda-feira, 27, que seus adversários do PT e do PSDB têm se incomodado com seu crescimento nas recentes pesquisas de intenção de votos e acusou ambos de tentar conter esse movimento. “Eles tentam conter a onda verde, mas não há quem consiga segurar essa onda”, disse, referindo-se às críticas feitas a ela, durante o debate de ontem da Record.

De acordo com a candidata, os seus oponentes, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), tentavam antes ignorá-la, mas agora “não dá”. “Toda vez que polarizam comigo estão assinando embaixo: Marina está a beira de ir para o segundo turno”, afirmou. Para ela, as críticas foram motivadas pela força de sua candidatura nas ruas. “Eles tentaram me ignorar, mas hoje as forças das ruas fazem com que tenham de me reconhecer e vir para a cena do debate comigo”, provocou.

A candidata negou que tenha elevado o tom contra seus adversários no debate de ontem. “Eu continuo fazendo a crítica, mas uma crítica construtiva”, disse. Marina provocou Dilma Rousseff que afirmou, durante o debate, que também houve investigações da Polícia Federal no Ministério do Meio Ambiente quando Marina estava a frente da pasta, ao responder a uma pergunta sobre as atuais investigações na Casa Civil. “Não faço acusações levianas”, afirmou, explicando que tomou as providências em relação a todas as denúncias feitas e as encaminhou para a Polícia Federal.

Com quase duas horas de atraso, Marina chegou ao centro de Guarulhos no final da da manhã desta segunda festejada pela militância do PV. No carro de som, um jingle em ritmo de samba embalou sua chegada. Ao lado do candidato do PV ao Senado, Ricardo Young, a candidata disse que o debate é uma oportunidades para discutir as melhores propostas para o País. “Não é um diálogo de surdo-mudo, onde já esteja no script o que vai dizer, o que vai sentir e o que vai transparecer”, disse. A candidata afirmou que nos próximos debates vai continuar reagindo às críticas de seus oponentes. “Vou reagir conforme as coisas são colocadas. Não é algo ensaiado”, disse.

A candidata caminha neste início de tarde para uma lan house, onde fará mais uma edição do seu tradicional “twitaço”, onde sua equipe de campanha tenta colocar Marina entre os assuntos mais comentados de rede de microblogs Twitter. A cidade de Guarulhos foi escolhida a dedo pela equipe da candidata, já que o objetivo do PV é angariar votos nas regiões periféricas das principais metrópoles do País, de olho no eleitorado das classe C e D. Na próxima quarta-feira, a campanha pretende fazer um caminhada semelhante em Diadema, também região periférica de São Paulo.

Fonte: estadao.com.br

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Minha opnião(por Gustavo Ojuara):

A Marina pra mim é uma pessoa extraordinária, ninguém pode dizer que é incapaz, ela vai perturbar o sono do Serra e da Dilma com certeza. Muitos comparavam a Marina a Davi enfrentando Golias, o gigante. E voce sabe quem ganhou a batalha entre Davi e Golias, não é?

Embora muita gente diga o contrário, estou na torcida; eu digo e grito,  pra que todo mundo ouça:

É MARINA 43 PRESIDENTE DO BRASIL, É ELA QUEM VAI GANHAR E NEM TEM TALVEZ!

Veja o vídeo, onde a própria Dilma confessa que é favor da permissão de que aja a prática do aborto legalmente.

Eu gostei de muitas coisas que foram feitas no governo do presidente Lula, mas não gostei mesmo, foi da escolha da candidata Dilma Rousseff para sucedê-lo. E pelo que li por aí, nos projetos de lei que circulam no congresso, um destes projetos, está permitindo a legalização do aborto(não será crime quem o praticar), e que será realizado em qualquer fase da gestação, isto é, a partir do primeiro até o nono mês de gestação. Nos primeiros dias da gestação já existe uma vida, dentro do ventre de uma mulher, que se for retirado antes do tempo devido, esta centelha de vida acaba, este pequeno ser humano que começa a se formar é asassinado antes de nascer. Não, eu não votarei na Dilma nessas eleições, voce quando for votar, vote em qualquer outro candidato, podendo ser o Serra, a Marina, ou até mesmo no Plinio, mas votar na Dilma, é como ser cúmplice de um assasinato. Ela não é cristã, como ela mesmo diz, ela é o que lhe convém; se lhe perguntasse que se ela é protestante, mulçumana, budista, etc, ela com certeza diria que sim. Dilma é conivente com a prática clandestina do aborto? Parece que sim, ele disse que muitas amigas fizeram, entraram chorando e sairam chorando; ela (Dilma) fala que aborto é coisa de rico, pois bem, a morte de mulheres ricas que vão até clínicas clandestinas, também é só delas, e em muitos casos destas mulheres que praticaram o aborto, ficaram com sequelas, podendo até ficar estéreis e nunca mais poder ter filhos, isso se por um acaso sobreviver ao processo. Pra algumas não aconte nada, mas pra outras acontece tudo.

Eu não sei se ela já disse como falam por aí, afirmando  “que nem Jesus Cristo tira a sua vitória destas eleições”, e se Deus quiser ela não vai ganhar não; mas uma coisa que é certa, é que meu voto ela não vai ter, isso com certeza é que não vai.

Se voce realmente é favor do aborto, vote na Dilma, e tenha certeza que suas mãos estarão cheias do sangue das crianças inocentes que serão abortadas antes de poderem respirar fora do útero materno.

por Rodrigo Burgarelli – O Estado de S.Paulo

Houve um tempo em que “hacker” era apenas sinônimo de criminoso, de nerd enfurnado em quarto escuro para roubar senhas de banco e arquivos confidenciais. Nessa época, militantes políticos eram cabeludos que discutiam eleição do diretório estudantil e distribuíam santinhos do partido universidade afora. Uma turma de jovens do País inteiro, no entanto, está pouco a pouco quebrando estereótipos – e o paulistano Pedro Markun, de 24 anos, é um dos principais símbolos dessa juventude que tem criado novas maneiras de ver política e internet no Brasil.

Jovem cria novas maneiras de ver política e internet

Nos últimos meses, Pedro está envolvido em grande parte dos projetos de web-ativismo que pipocam com cada vez mais frequência nas redes sociais. O objetivo por trás disso é organizar dados públicos disponíveis na internet para facilitar a compreensão – e interação – dos usuários comuns sobre temas tão diversos quanto as eleições presidenciais e os buracos nas ruas de São Paulo. Pura militância, nas suas próprias palavras. “A tecnologia só tem relevância se servir para criar alguma transformação social”, diz.

Foi com isso na cabeça que ele participou de uma das primeiras ações de destaque no ativismo online: a clonagem do Blog do Planalto. O site havia sido colocado no ar pela Presidência da República em setembro de 2009, mas sem espaço para comentários dos cidadãos. “Vimos aquilo e fizemos um clone idêntico ao oficial, mas com espaço para todo mundo comentar”, conta. Em 30 minutos, todo o planejamento da equipe do Planalto havia sido driblado – e a facilidade com que isso ocorreu deixou até o próprio Pedro assombrado.

Mudança. Alguns anos antes, ele mal imaginava que estaria hoje vivendo de projetos do tipo – atualmente, é dono de três empresas e colabora com trabalhos de todo o Brasil. Filho do jornalista e escritor Paulo Markun, Pedro nasceu em São Paulo e mudou para Florianópolis aos 12 anos. Lá, formou-se no colégio, tentou cursar História, desistiu, foi para Porto Alegre, tentou estudar Comunicação Digital, desistiu e ficou sem saber muito bem o que fazer.

O clique, diz ele, ocorreu ao ouvir uma palestra do pai a um grupo de estudantes. “Ele falou sobre a internet, como hoje tudo é acessível e as pessoas ficavam ali, à toa. A mensagem era que, se sua família pode dar um carro de presente, por que você não pega esses R$ 20 mil e compra uma câmera, uma ilha de edição e sai por aí fazendo vídeos e postando?”, explica.

Pedro não comprou uma câmera, mas decidiu dedicar-se ao ativismo mesmo assim. Mudou-se para São Paulo com o pai e resolveu investir no Jornal de Debates – um site de discussões que os dois Markuns tocam em conjunto desde 2006. Sua mudança foi simbólica – ele preteriu o Morumbi, bairro onde nasceu e cresceu, e foi morar na República, no centro, “o melhor lugar de São Paulo”.

Em paralelo, começou a frequentar eventos de cultura digital onde conheceu ideias e pessoas que não o largam até hoje. Uma delas é a consultora Daniela Silva, sua braço direito em uma das empresas e vários projetos, como o próprio Blog do Planalto. Com ela, Pedro organizou no fim do ano passado um dos eventos mais revolucionários da internet brasileira – o Transparência Hack Day, um evento que seguia uma lógica que ele defende ferrenhamente: “Se você junta um monte de gente legal numa sala, só pode sair coisas legais disso.”

Foi justamente o que ele fez. Durante dois dias, cerca de 120 pessoas de várias partes do Brasil se juntaram para sugerir como “hackear” sites públicos e organizar os dados de maneira mais intuitiva. “A ideia foi juntar quem tem interesse em informações públicas, como sociólogos, ativistas e gestores, com quem tem qualificação técnica para conseguir organizar esses dados”, diz o empresário, programador e sociólogo Pedro Belasco, que até hoje participa das discussões do grupo.

Frutos. Desde então, diversos “hack days” já foram organizados, a maioria pela internet. Um dos projetos mais importantes foi o SOS Alagoas, um site criado de maneira colaborativa após as enchentes deste ano no Nordeste. “Cruzamos as informações georreferenciadas de onde havia mais destruição com uma lista de voluntários e doadores de vários locais do País”, explica Pedro Markun. Cerca de 500 pessoas se registraram – mais até do que a Defesa Civil de Alagoas conseguiu mobilizar.

O ritmo intenso de trabalho atraiu até mesmo o pai para seu escritório – uma casinha de dois andares em uma vila comercial em Santa Cecília (centro), arejada e cheia de árvores, erguida por italianos na década de 1920. Paulo conta que, além dos projetos, foram os ideais que orbitam naquele universo que o fizeram trabalhar com o filho. “A política formal, da maneira como a conhecemos, está desaparecendo. Onde ela vai ressurgir? É exatamente nessa moçada que não tem partido, que usa esses modelos não convencionais.”

Além do lado ativista, Pedro comemora também a parte empresarial. Com os contratos que obtém com ONGs, governos e universidades, ele diz que consegue pagar as contas, levar uma vida confortável e militar politicamente nos intervalos. Para ele, trabalho e prazer se misturam – “só faço o que gosto, nunca tive patrão”. Ideias para o futuro também não faltam. É quase consenso que o ativismo online brasileiro ainda está engatinhando – o que não deixa de ser mais um estímulo para que novos projetos cada vez mais maduros saiam do papel. Frutos de uma juventude que, como Pedro, está mudando a maneira tradicional de se ver a internet, a política e – por que não? – o mundo.

ATIVISMO ONLINE

Blog do Planalto

Replica exatamente tudo que é postado no Blog do Planalto oficial, com a diferença que abre espaço para comentários – http://planalto.blog.br

SAC SP

Coloca no mapa todas as reclamações feitas pelos paulistanos no site da Prefeitura e mostra um ranking de reclamações – http://sacsp.mamulti.com

SOS ALAGOAS

Durante as enchentes em Alagoas e Pernambuco, mostrava no mapa quais eram as áreas mais afetadas e registrava voluntários e doadores – http://www.sosalagoas.al.org.br

Câmara Municipal de SP

Tabela as prestações de conta dos vereadores paulistanos de maneira mais simples que o site oficial – http://cmsp.topical.com.br

Livro Livre

Cada pessoa imprime um adesivo, cola em um livro e o “liberta” em uma praça ou escola para outras pessoas o lerem – http://www.livrolivre.art.br

Retirado de: Blog Moh Legal

Na FATEC de São Paulo (unidade da Tiradentes), a turma dos calouros do curso mais concorrido (Análise e Desenvolvimento de Sistemas, noturno), tem aproximadamente oitenta alunos. Para que as aulas fiquem mais produtivas, alguns professores dividem a classe em duas turmas de quarenta alunos. Nas aulas de terça-feira, enquanto uma Turma A assiste aula na sala 1, a Turma B assiste na sala 2.

Isso numa semana… Porque na semana seguinte muda tudo, a Turma A vai pra sala 2 e a Turma B vai pra sala 1.

Daí você me pergunta: Por que essa rotatividade?

E eu lhe respondo: Porque no curso mais concorrido da FATEC de São Paulo, uma das instituições mais antigas e renomadas do Brasil, temos que fazer um revezamento de sala para que o professor use o único data-show disponível, ou sendo mais especifico, nas terças não há duas salas com um computadorzinho e um projetor de imagens.

E o pior é que se fosse só isso as coisas estariam boas, pois alguns dos prédios da FATEC Tiradentes estão caindo aos pedaços, o principal deles é da década de 30, e precisa urgentemente de reformas.

Eu presencio isso e me pergunto como é que o governo ainda tem coragem de fazer discursos dizendo que investe nas FATECs do estado, se eles não sedem sequer verbas suficientes para se comprar as estruturas básicas e mínimas para se lecionar uma aula decente?

Como estudante de lá, eu vejo claramente que o que eles divulgam na opinião pública é pura deturpação dos fatos.

Há anos o Alckimin e atualmente o Serra vão à publico e dizem: “Dobramos, triplicamos, quadruplicamos, o numero de FATECs no estado de São Paulo”. E eu digo “Grande coisa, pois de que adianta abrir um monte de FATECs e não disponibilizar verbas para mante-las?”.

Estudar num prédio caindo aos pedaços e ter que revesar a sala de aula só pra ter acesso a um data-show, é ou não é um descaso com o ensino público?

Acompanhe a cobertura das Eleições 2010 com a equipe da TV Estadão, convidados e jornalistas do Grupo Estado
Todas os dias, a partir das 17h

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Assessores dos candidatos ressaltam importância do encontro, na noite de domingo

Divulgação, R7, Agência Estado

Presidenciáveis participam de debate decisivo no domingo

Do R7

O debate entre os candidatos à Presidência da República que a TV Record vai promover no próximo domingo (26), às 21h, e que será transmitido ao vivo pelo R7, pode decidir se as eleições deste ano terminam no primeiro ou avançam para o segundo turno, avaliam os coordenadores das campanhas dos candidatos Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), que participarão do encontro.

Todos são unânimes em afirmar que, por se tratar de um encontro às vésperas da eleição (marcada para o dia 3 de outubro), o debate de domingo pode interferir decisivamente no voto de quem assistir ao embate entre os candidatos.

Um dos principais coordenadores da campanha petista, o deputado federal José Eduardo Cardozo (SP), afirmou ao R7 que Dilma estará preparada para os “ataques” dos adversários, uma das táticas que podem ser usadas para tentar diminuir a vantagem da petista nas pesquisas.

– Vai ser um debate importante porque estamos na reta final da campanha. Nossa esperança é que seja um confronto de ideias e não de desqualificações, como as que vêm sendo praticadas pelos nossos adversários. Nossa candidata fará um debate de nível.

Já a senadora Marisa Serrano, vice-presidente do PSDB, disse que o debate entre presidenciáveis na reta final da campanha será fundamental para que os eleitores avaliem melhor os principais candidatos para, assim, escolher em quem votar.

– Estamos na reta final, este debate pode ser decisivo para as campanhas.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL), que coordena a campanha de Plínio, disse que o debate “tem uma importância fundamental e estratégica”

– A TV Record aparece em um momento decisivo. O Plínio vai aproveitar o debate para mostrar que o PSOL é o partido Ficha Limpa.

João Paulo Capobianco, coordenador da campanha de Marina Silva (PV), avalia que o debate da Record pode ser um dos mais importantes porque ocorre em um momento de mudança no quadro eleitoral, com um crescimento da candidata verde nas pesquisas.

– Será o primeiro debate em rede nacional com grande alcance.

De acordo com ele, Marina está em seu melhor momento e deve ter um desempenho muito bom no debate.

– Ela tem tido coerência desde o início da campanha, não fez movimentos eleitoreiros ou demagógicos. Esperamos que esse momento seja de uma virada na disputa.

Fonte: r7.com

Uma reunião secreta em uma sala reservada de um restaurante, poderosos financistas e um complô para tirar rivais do mercado. Parece material para um filme de gângsters de Hollywood.

Mas é o enredo de uma polêmica que vem tomando a comunidade de investimento do Vale do Silício depois de um artigo de grande audiência publicado por um influente blogueiro do setor de tecnologia.

O texto de Michael Arrington informa que uma conspiração entre “super anjos”, investidores endinheirados que investem em empresas de internet iniciantes e promissoras, havia desenvolvido maneiras de baixar a avaliação de empresas e excluir outros investidores, e acabou provocando especulações e refutações vigorosas na web.

Quer a teoria seja correta ou não, colocou em destaque desagradável o sistema financeiro aconchegante e ocasionalmente opaco que desempenha papel fundamental no fomento às novas gerações de companhias do setor.

“Não acredito em conspiração”, disse Hans Swildens, fundador da Industry Ventures, de São Francisco, que investe em fundos de capital de risco e em fundos de “super anjos”, bem como em empresas iniciantes.

“Estou certo de que as pessoas estão tentando obter preços melhores no mercado, porque é isso que todo mundo tenta ao comprar coisas. Mas não acredito em conluio deliberado e em forçar a queda do preço de mercado para os investimentos dos anjos”, disse.

Jeremy Liew, sócio na Lightspeed Venture Partners e investidor na companhia de jogos sociais Playdom, diz ter considerado as alegações do texto muito surpreendentes, e apontou que contrastam com sua experiência pessoal no trabalho com os investidores.

De acordo com o texto, publicado pelo TechCrunch esta semana, um grupo não identificado de investidores super anjos, que juntos respondem por “quase 100% das transações iniciais de financiamento a empresas iniciantes no Vale do Silício”, teria realizado reunião secreta no bar Bin 38, recentemente.

Os participantes teriam discutido como reduzir as valorizações das empresas iniciantes e como manter novos investidores anjos e empresas tradicionais de capital de risco fora das transações, de acordo com fontes anônimas citadas pelo TechCrunch.

Paul Buchheit, ex-engenheiro do Google que fez investimentos em uma série de companhias, disse que não seria surpresa investidores anjo se reunirem para conversar sobre investimentos e trocar material.

Uma vez que esses investidores aplicam somas menores de dinheiro em companhias iniciantes, é comum para eles se reunirem em grupos maiores para ampliar o total a ser investido, disse ele,

Mas, segundo ele, seria improvável que uma conspiração sobre preços possa ser ter sucesso nessa situação, uma vez que os investidores seriam rechaçados pelas companhias iniciantes e excluídos de futuras operações.

“O jeito de se dar bem não é obter os menores preços, mas ser capaz de participar das melhores empresas”, disse Buchheit.

/ Alexei Oreskovic (REUTERS)

Fonte: link.com.br