Tag Archive: economia


por Sílvio Guedes Crespo – Estadão (blog Radar economico)

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma, de passagem, em um relatório divulgado nesta quarta-feira, 3, que o Brasil tem a sexta maior reserva internacional do mundo, de US$ 335 bilhões em junho. O País tem dados mais recentes, mostrando que tal montante atingiu US$ 347 bilhões nesta semana. Mas o fundo usa dados de junho porque nem todos os bancos centrais publicam seus números diariamente.

No relatório, o FMI não divulga o ranking completo, com os cinco países que estão à frente do Brasil nesse indicador. Em seu site, o fundo traz dados de 73 nações, mas exclui algumas importantes, como a China, cujas reservas já superaram US$ 3 trilhões.

Mesmo assim, os dados à disposição no site permitem enxergar um cenário curioso. As reservas brasileira, por exemplo, superam as dos Estados Unidos (US$ 142,9 bilhões) e Canadá (US$ 64 bilhões) juntas.

Fonte: estadão.com.br

 

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Ministro Paulo Bernardo afirma que desoneração deve funcionar como arma na guerra cambial, pois reduz custos de empresas

14 de novembro de 2010 | 22h 10

Raquel Landim, de O Estado de S. Paulo SÃO PAULO – A presidente eleita Dilma Rousseff vai recuperar uma velha bandeira do setor produtivo: desonerar a folha de pagamento. A afirmação é do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, um dos assessores mais próximos de Dilma. A medida deve funcionar como uma arma do Brasil na guerra cambial, porque reduz os custos das empresas. Essa é uma das providências que o novo governo planeja para reduzir o famoso “custo Brasil”. Bernardo garante que Dilma vai retomar as reformas microeconômicas, medidas pontuais para elevar a produtividade da economia, encabeçadas pelo ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, mas depois abandonadas no segundo mandato. Uma promessa de campanha, a desoneração da folha de pagamento é central na agenda micro de Dilma e já está em estudo no Ministério da Fazenda. A base da discussão será a proposta inicial de Lula, que previa queda de 8,5 ponto porcentual da contribuição descontada dos salários para a Previdência e para educação. “A Dilma quer avançar na desoneração da folha. Já tem estudos sobre isso na Fazenda. Seria basicamente fazer o que tentamos quando estávamos discutindo a reforma tributária”, disse Bernardo em entrevista ao Estado. “É uma agenda boa, inclusive por causa da guerra cambial. Uma maneira de se defender é reduzir o custo de produção.” Bernardo, que deve seguir em um cargo de destaque na próxima administração, disse que “o começo do governo Dilma é um bom momento” para seguir com as reformas microeconômicas. “A presidente vai querer fazer um trabalho para continuar superando os gargalos do desenvolvimento do Brasil”, disse. O ministro admitiu que a agenda micro “arrefeceu” ao longo do governo Lula, mas ressaltou que medidas importantes foram tomadas. “Todos deixaram de fazer o esforço que era necessário porque o processo político truncou a capacidade de diálogo entre governo e oposição”. Ele explicou que as atenções do governo ficaram concentradas em mega projetos como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Para a equipe de Dilma, medidas de desoneração tributária são compatíveis com o esforço fiscal necessário em 2011 porque geram mais arrecadação ao estimular a economia. A presidente vai investir em grandes reformas, mas pretende olhar com atenção para a microeconomia. “Vamos apostar na reforma tributária, mas tem uma chance altíssima de juntar tanta gente contra a ponto de impedir que aconteça. Enquanto isso, é mais fácil avançar com as reformas micro”, disse Bernardo. Uma série de medidas estão em estudo na equipe de Dilma. Abaixo seguem alguns projetos em discussão. Simples. Dilma quer elevar o limite de faturamento anual das empresas que podem entrar Simples, um sistema tributário diferenciado. Hoje está em R$ 240 mil para as pequenas e R$ 2,4 milhões para as médias. Microempreendedor. Está em análise a elevação do limite de enquadramento do trabalhador informal como microempreendedor individual, hoje em R$ 36 mil ao ano. O sistema torna mais fácil a abertura de conta bancária e a entrada no Simples. Cerca de 500 mil pessoas estão cadastradas, porque a tecnologia não funcionou adequadamente. O governo quer chegar a 1 milhão. Folha de pagamento. Dilma pretende avançar na desoneração da folha de pagamento. Pela proposta inicial de Lula, cairia de 20% para 14% do total da remuneração o valor pago como contribuição previdenciária, além de acabar os 2,5% do salário educação. O governo não quer abrir mão de arrecadação, mas substituir por outro recurso. Crédito. Está quase pronto um projeto para incentivar os bancos privados a conceder financiamentos no longo prazo. O governo também quer incentivar mais o crédito imobiliário. Nesse caso, o problema é garantir recursos com baixas taxas de juros. Seguro. O novo governo planeja avançar na regulação do mercado de seguros, não só para grandes projetos de infraestrutura, mas também para o seguro popular. A avaliação é que a classe C emergente está totalmente desprotegida, o que significa um extenso mercado a explorar. Pregão eletrônico. Criado no governo FHC, o pregão eletrônico foi tornado obrigatório na gestão Lula. A avaliação é que agilizou as licitações e permitiu que pequenas empresas também participassem. A ideia agora é aprovar uma lei estabelecendo que Estados e municípios também adotem o sistema. Um projeto sobre o assunto está em tramitação no Congresso. Energia elétrica. Dilma é simpática a proposta de reduzir a tributação sobre a energia elétrica, o que desoneraria consumidores e empresas. Mas é mais difícil de sair do papel, porque a presidente eleita avalia que é preciso contrapartida dos Estados.

Fonte: estadao.com.br

Real lidera ofensiva de moedas latino-americanas contra o dólar

Rio de Janeiro, 2 jan (EFE).- Em 2007, o real se valorizou 20,7% em relação ao dólar e foi a moeda latino-americana que mais ganhou espaço frente à americana, de acordo com uma análise divulgada hoje pela empresa especializada Economática.

Numa lista contendo moedas de sete países latino-americanos e o euro, a revalorização do real é a mais forte, de acordo com a empresa.

No último ano, seguiram o real o peso colombiano, com avanço de 11,6%; o sol do Peru, que cresceu 7,4%; e o peso chileno, com avanço de 7,3% em relação ao dólar.

A taxa de câmbio comercial média medida pelo Banco Central fechou 2007 em R$ 1,771 por dólar, a metade dos R$ 3,533 registrados em 31 de dezembro de 2002.

O fortalecimento da moeda brasileira registra um acumulado de 99,5% desde janeiro de 2003, quando começou o primeiro Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nesse mesmo período, o peso chileno acumula um avanço de 45,1%; o da Colômbia, um fortalecimento de 43,1%; o sol peruano acumula crescimento de 18,9%, e o peso argentino, uma expansão de 6,9%, de acordo com a consultoria.

A queda internacional do dólar foi mais evidente em relação ao real, com perda acumulada de 49,87% nos últimos cinco anos.

Desde 2003, a moeda americana se desvalorizou 31,09% frente ao peso chileno; 30,13% em relação ao colombiano; 15,91% se comparado ao sol peruano e 28,76% perante o euro.

Em 2007 o dólar caiu 17,15% frente ao real, e a moeda brasileira registrou a segunda maior valorização nominal de sua história em relação à moeda americana.

Em 2003 o dólar caiu 18,23%, em sua maior baixa anual de todos os tempos no mercado brasileiro.

No mesmo ano, ele deu início a uma queda após quase atingir os R$ 4 no final de 2002, em meio a uma crise financeira resultante das especulações do mercado com relação à chegada de Lula à Presidência.

Nos países analisados, apenas no México e na Venezuela o dólar se valorizou nos últimos cinco anos, com avanço de 5,85% e 53,24%, respectivamente.

Em 2007 o dólar caiu 10,54% na zona do euro em relação à moeda comum. EFE ol jfc/dgr
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Notícia retirada de http://br.noticias.yahoo.com/s/02012008/40/economia-real-lidera-ofensiva-moedas-latino-americanas-dolar.html

Segundo as notícias do site
http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/080102/economia/negocios_macro_medidas_cpmf_pol_1
O governo vai aumentar o valor dos impostos para compersar a CPMF, e segundo o senhor Mantega, “não aferá o desenvolvimento econômico do país”. Mas acho que talvez isso seja verdade, mas esses aumentos, são meio exagerados, por que o governo para cortar gastos, não propunha o corte dos salários deles mesmos, ou ainda, cortava o salário dos deputados que não vão a câmara, não participam de nada e não cumprem o compromisso no qual foram designados, se foram eleitos, tratem de trabalhar, ora essa. Faltar por algum probleminha tudo bem, mas faltar e não dar satisfação pra ninguém é uma falta de caráter. Parece que parte destes políticos eram vagabundos, e continuam eternos vagabundos, mamando nas tetas do governo e não fazendo nada pra melhorar o país. Continuando o assunto anterior, o governo não deveria aumentar os impostos, mas sim diminuir o salario de algum políticos, esse sim seria um bom corte de gastos, e economizaria muito mais do 40 bilhões, que possivelmente arrecadariam com a CPMF. E aumentar os impostos só prejudica o povo, não melhora em nada a vida de ninguém.

Sim realmente a CPMF morre no dia 1º de janeiro de 2008, de acordo com que li recentemente, este é um imposto que vai fazer muita falta ao governo de acordo com esta matéria do site ( http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais%21destaque.action?destaque.idEspeciais=368), era um imposto que não tinha uma sonegação sequer, umazinha, todo mundo pagava, esse era um imposto que todos pagavam, desde o mais rico, ao mais pobre. Na minha opnião, eu acho que apesar de tudo, deveriam ter votado o fim não de um imposto, mas sim de vários impostos, principalmente aqueles que existem uma soneção fiscal absurda,(eu não sei qual destes impostos devem ser os mais sonegados, e nem ao menos o nome deles, são tantos, mas ao menos eu acho que o governo deve saber), deveriam ter votado o fim de uma porção de impostos que com certeza os brasileiros, que na maioria faz parte o “povão” desse país paga, e os milhardários sonegam na cara dura e não pagam, (faz um tempo que vi uma reportagem na tv que mostrava algumas empresas que sonegavam impostos, e pelo jeito sonegam até hoje e o governo sabia, e ainda deve saber)o maior erro dos políticos foi a morte da CPMF, (ou acerto, por que se a maioria dos políticos rouba pra caramba e que vai poder roubar mais), só que existe um porém: será que esta oposição do governo de hoje não criará um imposto semelhante a CPMF de hoje, nos dias de amanhã?