Tag Archive: redução de impostos


Vamos nos mobilizar pessoal, vamos lutar por preços melhores e com impostos mais baratos. Veja o vídeo do Luba TV sobre isso:

Veja também o vídeo do Érico Graça no Tudo Sussa, falando sobre o assunto:

Veja o video original do Felipe Neto sobre isso:

E participe da campanha por impostos menores.

Acesse o endereço do manifesto do Preço Justo Já: http://precojustoja.com.br/

Entre e participe utlizando seu RG ou CPF, ou vai me dizer que voce gosta de pagar mais de 51% de impostos na gasolina e/ou outros produtos.

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Informação sem imposto

Há muito tempo que o povo brasileiro se calou quase que por inteiro. Poucos estão interessados em se unir para lutar pelo que é justo. Passeatas praticamente não existem mais, revoltas muito menos, mas se a geração Coca-Cola esperava uma oportunidade para começar a se unir, ela chegou agora.

Ano após ano somos estuprados pelos altíssimos impostos no Brasil. Tiram muito e devolvem praticamente nada, deixando um verdadeiro rombo no orçamento de diversos brasileiros. Ano após ano, também, vemos notícias sobre corrupção, festa com dinheiro público e aumento de salários dos políticos, mas não fazemos rigorosamente nada. Para se ter uma ideia, hoje, dia 26/04, o site www.impostometro.com.br informa que, em apenas 4 meses, o governo arrecadou mais de 440 BILHÕES DE REAIS. Onde está o nosso retorno? Onde estão nossos benefícios devolvidos? Onde está o nosso dinheiro? Ah sim, provavelmente no showzinho do Luan Santana realizado com verba pública somente para servidores do estado, que custou 1.3 milhão de reais… Do nosso dinheiro.

Está na hora de utilizar a Internet para organizar um manifesto pela luta do que consideramos justo.

Há tempo demais somos obrigados a pagar valores exorbitantes para podermos ter aquilo que o resto do mundo inteiro tem barato: produtos de mídia e eletrônicos como DVD’s, BluRays, Videogames, Jogos, iPads, iPhones, iPods e tantos outros exemplos. No país onde o salário mínimo é de 540 reais, nosso governo tem a cara de pau de fazer com que um simples lançamento de filme em BluRay saia por 80 desses suados reais.

Oitenta reais em um filme é mais que uma cuspida em nossa cara, principalmente quando sabemos que, lá fora, o mesmo filme é vendido por ridículos 26 reais (no caso, 17 dólares). O mesmo acontece em todos os outros segmentos, como você pode ver abaixo:

Playstation 3 – Lá fora: 474 reais

No Brasil: 2000 reais

Call of Duty Black OPS Wii – Lá fora: 63 reais

No Brasil: 200 reais

iPad 64GB 3G – Lá fora: 954 reais

No Brasil: 2400 reais

O manifesto #PrecoJusto tem o objetivo de enviar para Brasília a nossa insatisfação e revolta. Nele, basta você assinar com seu nome, email e CPF(ou RG) que nós tomaremos todas as medidas necessárias para que enxerguem nossa manifestação e, assim, possamos sair da Internet para conseguirmos uma lei.

Aqui é só o início, o local onde você pode ajudar a fazer um país melhor. Esse é apenas o primeiro de muitos manifestos veiculados pela Internet e que tomarão repercussão e força nacional para chegarem em Brasília. Assine, divulgue, participe, fique antenado nos acontecimentos, pois se a Internet é o futuro, está na hora de utilizá-la para moldar melhor o NOSSO futuro!

Fonte: www.precojustoja.com.br

Mais informações sofre o manifesto, acesse aqui.

Ministro Paulo Bernardo afirma que desoneração deve funcionar como arma na guerra cambial, pois reduz custos de empresas

14 de novembro de 2010 | 22h 10

Raquel Landim, de O Estado de S. Paulo SÃO PAULO – A presidente eleita Dilma Rousseff vai recuperar uma velha bandeira do setor produtivo: desonerar a folha de pagamento. A afirmação é do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, um dos assessores mais próximos de Dilma. A medida deve funcionar como uma arma do Brasil na guerra cambial, porque reduz os custos das empresas. Essa é uma das providências que o novo governo planeja para reduzir o famoso “custo Brasil”. Bernardo garante que Dilma vai retomar as reformas microeconômicas, medidas pontuais para elevar a produtividade da economia, encabeçadas pelo ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, mas depois abandonadas no segundo mandato. Uma promessa de campanha, a desoneração da folha de pagamento é central na agenda micro de Dilma e já está em estudo no Ministério da Fazenda. A base da discussão será a proposta inicial de Lula, que previa queda de 8,5 ponto porcentual da contribuição descontada dos salários para a Previdência e para educação. “A Dilma quer avançar na desoneração da folha. Já tem estudos sobre isso na Fazenda. Seria basicamente fazer o que tentamos quando estávamos discutindo a reforma tributária”, disse Bernardo em entrevista ao Estado. “É uma agenda boa, inclusive por causa da guerra cambial. Uma maneira de se defender é reduzir o custo de produção.” Bernardo, que deve seguir em um cargo de destaque na próxima administração, disse que “o começo do governo Dilma é um bom momento” para seguir com as reformas microeconômicas. “A presidente vai querer fazer um trabalho para continuar superando os gargalos do desenvolvimento do Brasil”, disse. O ministro admitiu que a agenda micro “arrefeceu” ao longo do governo Lula, mas ressaltou que medidas importantes foram tomadas. “Todos deixaram de fazer o esforço que era necessário porque o processo político truncou a capacidade de diálogo entre governo e oposição”. Ele explicou que as atenções do governo ficaram concentradas em mega projetos como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Para a equipe de Dilma, medidas de desoneração tributária são compatíveis com o esforço fiscal necessário em 2011 porque geram mais arrecadação ao estimular a economia. A presidente vai investir em grandes reformas, mas pretende olhar com atenção para a microeconomia. “Vamos apostar na reforma tributária, mas tem uma chance altíssima de juntar tanta gente contra a ponto de impedir que aconteça. Enquanto isso, é mais fácil avançar com as reformas micro”, disse Bernardo. Uma série de medidas estão em estudo na equipe de Dilma. Abaixo seguem alguns projetos em discussão. Simples. Dilma quer elevar o limite de faturamento anual das empresas que podem entrar Simples, um sistema tributário diferenciado. Hoje está em R$ 240 mil para as pequenas e R$ 2,4 milhões para as médias. Microempreendedor. Está em análise a elevação do limite de enquadramento do trabalhador informal como microempreendedor individual, hoje em R$ 36 mil ao ano. O sistema torna mais fácil a abertura de conta bancária e a entrada no Simples. Cerca de 500 mil pessoas estão cadastradas, porque a tecnologia não funcionou adequadamente. O governo quer chegar a 1 milhão. Folha de pagamento. Dilma pretende avançar na desoneração da folha de pagamento. Pela proposta inicial de Lula, cairia de 20% para 14% do total da remuneração o valor pago como contribuição previdenciária, além de acabar os 2,5% do salário educação. O governo não quer abrir mão de arrecadação, mas substituir por outro recurso. Crédito. Está quase pronto um projeto para incentivar os bancos privados a conceder financiamentos no longo prazo. O governo também quer incentivar mais o crédito imobiliário. Nesse caso, o problema é garantir recursos com baixas taxas de juros. Seguro. O novo governo planeja avançar na regulação do mercado de seguros, não só para grandes projetos de infraestrutura, mas também para o seguro popular. A avaliação é que a classe C emergente está totalmente desprotegida, o que significa um extenso mercado a explorar. Pregão eletrônico. Criado no governo FHC, o pregão eletrônico foi tornado obrigatório na gestão Lula. A avaliação é que agilizou as licitações e permitiu que pequenas empresas também participassem. A ideia agora é aprovar uma lei estabelecendo que Estados e municípios também adotem o sistema. Um projeto sobre o assunto está em tramitação no Congresso. Energia elétrica. Dilma é simpática a proposta de reduzir a tributação sobre a energia elétrica, o que desoneraria consumidores e empresas. Mas é mais difícil de sair do papel, porque a presidente eleita avalia que é preciso contrapartida dos Estados.

Fonte: estadao.com.br

Foi lançado nesta quarta-feira (14), o projeto Jogo Justo, uma iniciativa que tem como objetivo reduzir os impostos que recaem sobre produtos de videogame. Os organizadores pretendem, por exemplo, diminuir de 80% para 15% o total de taxas que incidem sobre esses produtos.

O grupo, por meio do deputado federal Luiz Carlos Busato (PTB-RS), pretende se reunir com o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, para “sensibilizar” o Executivo a mudar a classificação dos jogos eletrônicos, que, ainda segundo o político, hoje está na mesma categoria das máquinas de caça-níqueis, e assim baixar os tributos como o Imposto de Importação (II) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Foi o que aconteceu em 2009 com a redução do IPI dos carros e dos produtos da chamada linha branca, que, nestes casos, foi feito para aquecer o mercado diante da crise financeira que aconteceu entre o fim de 2008 e boa parte do ano seguinte.

Atualmente, explica Claudio Costa de Macedo, sócio da distribuidora NC Games, são quatro os impostos que incidem sobre o software importado. O intuito é diminuir o II de 16% a 5%, o IPI de 15% para 0% (por dois ou três anos, no intuito de desenvolver o mercado nacional), o PIS/COFINS (Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) de 9,25% para 6,65%, e o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de 18% para 7%.

“Acho que com isso um jogo que hoje está custando, num grande magazine, R$ 249 a R$ 229 poderia cair para R$ 129”, acredita Macedo. Ainda, com a queda de impostos, abriria possibilidade de mais descontos pelas editoras de games. “Conseguiríamos ter, por exemplo, um grande lançamento por R$ 99”, dando exemplo de um game importado para PlayStation 3 e Xbox 360.

Com isso, Macedo crê que as vendas podem aumentar de cinco a dez vezes em termos de volume. Marcos Khalil, proprietário da cadeia de varejo UZ Games, acrescenta que, no México, houve um incremento de oito vezes nas vendas depois da redução de impostos. “Hoje, um lançamento [de um jogo considerado bom] no Brasil vende, no mercado oficial, de oito a dez mil unidades”, diz Macedo. “Um game como ‘God of War III’, temos informações que a Sony vendeu 30 mil unidades”.

Para exemplificar a importância dos preços, Macedo afirma que “Pro Evolution Soccer 2010”, mais recente edição do game de futebol da Konami, vendeu 600 mil unidades na América Latina, por conta de uma promoção bancada pela produtora: o game chegou ao país em maio por R$ 99 nas versões para Xbox 360, PlayStation 3 e Wii (e por R$ 59 na edição para PlayStation 2, um dos consoles mais populares no país). Com isso, o Brasil representou 42% das vendas da América Latina, ou seja, 252 mil cópias.

Divulgação 

Com redução de preço, “Pro Evolution Soccer 2010” vendeu 252 mil no Brasil

Com a queda de preços, o intuito é combater o chamado mercado cinza, de produtos legítimos que entram no país por contrabando. Para Khalil, nem o governo nem o mercado oficial ganham com a situação. Novamente, o exemplo é o México, que também sofria com o mercado cinza e a pirataria, e a queda de impostos lá fez com que crescesse o mercado legal, a ponto de representar 2% das vendas mundiais, enquanto o Brasil, que tem o dobro da população e PIB, não alcança 0,5%.

Para ajudar na divulgação do projeto, os games vendidos pela UZ Games trarão o logotipo da causa.

Imposto justo para videogames

Vale lembrar que também existe outra campanha para reduzir impostos que incidem sobre os games. De iniciativa da editora Tambor, que edita revistas como EGW e Nintendo World, o Imposto Justo para Vídeo Games visa colher assinaturas para aprovar o projeto de lei 300/07, que estende para os games os benefícios das Lei de Informática. Nesse caso, vale apenas para os discos e cartuchos produzidos no Brasil, que é uma pequena parte dos títulos para consoles e portáteis.

De acordo com André Martins, diretor geral da Tambor, a campanha conta atualmente com 53 mil assinaturas, desempenho que considera abaixo do esperado. Mas a mobilização da comunidade, que passa dos 4,5 mil, superou as expectativas – em tamanho e barulho. Martins diz que graças à mobilização dos membros, o deputado Antônio Palocci (PT-SP), relator do projeto de lei, procurou a editora para uma reunião. Apesar de ter sugerido dar parecer favorável ao projeto, os contatos cessaram faz dois meses. Vale lembrar que o parlamentar está dedicado à coordenação da campanha de Dilma Rousseff à Presidência.

A editora também diz ter outras estratégias para baixar o preço dos videogames no Brasil.

Fonte: http://jogos.uol.com.br/

Minha opnião sobre o assunto

por Gustavo Ojuara

É um projeto de lei interessante, inclusive ajuda as empresas do segmento a se desenvolverem no país, caso este projeto de lei seja aprovado, diminuirá os custos e aumentará os lucros das empresas, inclusive a arrecadação do governo, pelo simples fato de diminuir os custos de games originais, diminui também a pirataria, ao qual é o grande problema desse mercado, além do que se há um lucro maior nas empresas elas também podem acabar contratando mais funcionários para trabalhar nelas, e de certa forma, fazendo o chamado efeito dominó, que neste caso, vai ser muito bom pra todas as partes, incluindo empresas, jovens, futuros funcionários, governo e consumidor.